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Meu Sotaque

Meu Sotaque é um novo single de Vania Abreu. A música foi composta por Marcelo Quintanilha e a produção assinada por Toni Duarte com a participação de Davi Moraes nas guitarras e de Xinho Rodrigues no teclado. A composição nasceu de um fato real vivido pela artista. Uma cena do “cotidiano” que revela como ainda repudiamos a diferença, e de como é feita a compreensão sobre a migração e os problemas nos centros urbanos. O sotaque de Vania a “revelou” como baiana, nordestina, numa discussão do dia-a-dia como não sendo do sudeste, daí seu lugar de nascença passou a ser o ponto de ofensas maiores carregadas de raiva pessoal. Um single para contar uma história que não é solitária pois conta uma face de incompreensão e intolerância que é vivida por muitos. O sotaque é parte da identidade de quem somos, parte do lugar que carregamos sempre conosco mas somos todos caminhantes, migrantes desde o início da humanidade. Existe então um lugar que é mais de alguém do que do outro? Uma resposta elegante onde a arte cumpre seu papel de transformar dores em poesia, de provocar, de mover perguntas.

Ficha Técnica

1
Vania Abreu - Voz
Xinho Rodrigues - Piano
Toni Duarte - Arranjo, baixo, programação, produção e mixagem
Davi Moraes - Guitarras
Carlinhos Freitas (Classic Master) - Masterização
Foto - Edson Kumasaka
Arte da Capa - João Augusto
Formato - Digital
Distribuição - Fonomatic
Selo - Vania Abreu
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 "Venturo" é o nome do novo show da artista Vania Abreu.

Como seremos no futuro? Quem seremos? No que vamos acreditar? Venturo é sinônimo de futuro, do que está por vir. E Vania volta aos palcos com o desejo de mover perguntas como essas e sentimentos que esquecemos.

No repertório, uma seleção de canções gravadas em seus 7 discos de carreira, e novas leituras para os clássicos como, "Quizas, Quizas, Quizas" (1947) de autoria do cubano Osvaldo Ferrès, e "Samba de uma nota só" (1962) de Tom Jobim e Newton Mendonça. A artista ainda apresentará canções inéditas, que serão lançadas no ano de 2017.

Vania sempre gravou os bons e novos compositores e garimpou músicas de compositores consagrados. Foi uma das primeiras cantoras a gravar Chico César, Carlos Careqa, Tenison Del Rey, Péri, Lucas Santana, Marcelo Quintanilha, Vítor Ramil, Paulo Vascon, Gerson Guimarães, Adriano Sátiro, J. Velloso, Saul Barbosa e Zeca Baleiro, entre outros nomes que despontaram e se firmaram no cenário da música.

Por meio da escolha das canções, do roteiro, de frases e arranjos vemos uma artista que dialoga com os desafios de seu tempo, quando nos faz pensar no que "está por vir".

O show é dividido em três momentos, sempre traduzidos pela ordem das músicas que busca a conexão literal entre elas, assim como a condução de sua emotividade como intérprete. A cantora é reverente à composição e ao autor, mas inconfundivelmente pessoal, íntima e assertiva.  Sabe dosar palavras e melodias para não tornar o show denso ou leve demais.

A direção artística e musical é da própria Vania, que sobe ao palco acompanhada por João Cristal no teclado, Xinho Rodrigues no contrabaixo e Chrys Galante na percussão.

Sua música sempre foi de dentro para fora, seu canto sempre habitou em seu íntimo, mas a artista agora encara de frente a assinatura da direção musical e isto traz ainda mais personalidade ao seu trabalho. 

Em versão minimalista, a formação não se reduzirá a uma estética clássica do estilo MPB, mas paradoxalmente amplia o território de diálogo estético da intérprete ao repensar a sonoridade dos instrumentos junto às programações, para cada canção.

O roteiro do show é construído para apresentar primeiramente um olhar sobre o coletivo, as relações com a história maior; e num segundo momento um olhar sobre o individual, as relações mais íntimas. Para ela, tudo está interligado. Passado e futuro, o todo com o íntimo.

Vania Abreu nos mostra como vê o mundo e nos convida principalmente a pensar no venturo, no que está por vir através da música.

eu e meu amor

“Eu e Meu Amor” é o nome do single da cantora Vania Abreu. A canção “Meu Amor e Eu” é de autoria de Marcelo Quintanilha e a faixa foi produzida por Xinho Rodrigues, que participou também como baixista e assina a engenharia de gravação, mixagem e masterização no estúdio L'emcasa audiovisual produções, em São Bernardo do Campo-SP.

A produção conta com as participações especialíssimas do tecladista Renato Neto e de Marco da Costa na bateria. “Meu Amor e Eu” é música para cantar e dançar, com elegância.

A capa do single é assinada pelo artista plástico Marcelo Mendonça e o projeto gráfico por João Wanderley.

O single conta ainda com um bônus para os que gostam de cantar: a faixa na versão instrumental, sem a voz de Vania. Um presente para cantar com seu amor, “seja lá quem for”.

 
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antes de hoje

“Antes de Hoje” é o nome deste primeiro disco ao vivo da artista Vania abreu.

O percurso é o de tornar-se você mesmo enfrentando os acasos, os imprevistos, o inédito de cada dia. É o percurso do tempo, das experiências, do auto conhecimento, do enfrentamento da realidade, do que fomos antes e somos hoje. Antes de Hoje é uma forma de pensar a vida até o momento presente com a consciência da passagem do tempo e da maturidade, inseparável dele.

O repertório do disco é composto por gravações ao vivo, captadas diretas da mesa de som em LR, sem correções, afinações e ajustes. São faixas gravadas em diferentes teatros, anos, cidades e turnês com também diferentes formações de banda.

Vania Abreu escolheu apresentar as músicas assim, como fotografias reveladas que não podem ser retocadas pois reconhece que se fez como artista cantando ao vivo e vivendo por inteiro cada momento no palco.

Há canções do próprio repertório da artista, como “As Quatro Estações” (Maurício Gaetani, Ary Sperling e Cláudio Rabello), “Bem ou Mal” (Maurício Gaetani), “Pra falar de amor” (Tenison Del Rey e Paulo Vascon) e algumas regravações como “Time” de Tom Waits na versão de Carlos Careqa e “Troca Toca” (Rita Lee).

Ela repete uma forte característica de sua carreira, a de colocar lado a lado, compositores pouco conhecidos e consagrados, pois ela escolhe antes do nome, a composição e o que ela diz e oferece para sua discografia e para o momento. Um disco ao vivo com a mesma identidade artística da artista que une sua diversidade com uma estética própria e contemporânea. Um disco para lembrar que a arte existe no encontro com o público. Tudo ao vivo e com vida.

Concepção e Repertório: Vania Abreu

Áudios originais em MD, tratados por: Xinho Rodrigues (L'em casa Produções)

Masterização: Xinho Rodrigues (L'em casa Produções) - SP (2017)

Produção Executiva: Vania Abreu e Nilson Bar

Arte capa: Marcelo Mendonça

Projeto gráfico: João Wanderley

Faixas gravadas e mixadas por: Nivaldo Costa Bem ou Mal, as Quatro Estações, Pra Falar de Amor no Teatro do SESC Vila Mariana em São Paulo em maio de 2003 Templo, Pra Mim, O Perdão, Dono dos teus Olhos, Troca- Toca no Teatro Jorge Amado em Salvador em setembro de 1997

Faixas gravadas e mixadas por: Evaldo Luna Time, Pra Todo Efeito e Anjo da Velha Guarda no Teatro ACBEU em Salvador em maio de 2001

Distribuição Digital: Tratore

Ficha Técnica

1Bem Ou Mal (Maurício Gaetani)
Paulo Dáfilin: Violão
Marco Polo Pan: Guitarra
Xinho Rodrigues: Contrabaixo
João Cristal: Teclados
Marco da Costa: Bateria
Dalua: Percussão
Maurício Gaetani: Arranjo
2As Quatro Estações (Maurício Gaetani, Ary Sperling, Cláudio Rabello)
Paulo Dáfilin: Violão
Marco Polo Pan: Guitarra
Xinho Rodrigues: Contrabaixo
João Cristal: Teclados
Marco da Costa: Bateria
Dalua: Percussão
Maurício Gaetani: Arranjo
3Templo (Chico César, Tata Fernandes, Milton de Biase)
Paulo Dáfilin: Violão
Marco Polo Pan: Violão
Xinho Rodrigues: Contrabaixo
Tiago Costa: Teclados
Duda Moura: Bateria
Dalua: Percussão
Ary Sperling: Arranjo
4Pra Mim (Paquito, Heyder, Eduardo Luedy)
Paulo Dáfilin: Violão / Arranjo
Marco Polo Pan: Violão
Adriano Machado: Violino
Tiago Costa: Teclado
Eduardo Bello: Violoncello
Márcio Miranda: Arranjo
Dory Caymmi: Arranjo de Cordas
5Dono dos Teus Olhos (Humberto Teixeira)
Paulo Dáfilin: Violão / Arranjo
Marco Polo Pan: Violão
Xinho Rodrigues: Contrabaixo
Tiago Costa: Teclados/Arranjo de Cordas
Duda Moura: Bateria
Dalua: Percussão
6O Perdão (Roberto Mendes, J. Velloso)
Paulo Dáfilin: Violão / Arranjo
Marco Polo Pan: Violão
Xinho Rodigues: Contrabaixo
Tiago Costa: Teclados
Duda Moura: Bateria
Dalua: Percussão
7Pra Todo Efeito (Batatinha)/ Anjo da Velha Guarda (Moacyr Luz, Aldyr Blanc)
João Cristal: Teclado
Paulo Dáfilin: Violão / Arranjo
8Time (Tom Waits) Vs. Carlos Careqa
João Cristal: Teclado
Paulo Dáfilin: Violão / Arranjo
9Troca Toca (Rita Lee)
Paulo Dáfilin: Violão
Marco Polo Pan: Violão
Xinho Rodrigues: Contrabaixo
Tiago Costa: Teclados
Duda Moura: Bateria
Dalua: Percussão
Adriano Machado: Violino
Eduardo Bello: Violoncello
Coletivo: Arranjo
10Pra Falar de Amor (Tenison Del Rey, Paulo Vascon)
Paulo Dáfilin: Violão / Arranjo
Marco Polo Pan: Guitarra
Xinho Rodrigues: Contrabaixo
João Cristal: Teclados
Marco da Costa: Bateria
Dalua: Percussão
CD Riachão Mundão Ouro
CD Os Machistas
CD Jau Lázaro
CD Ricachão Eu e Meu Lugar
CD Marcelo Quintanilha - Eu inteiro Só
CD Thathi - Não Sei Se Te Contei

2013 - Assume a direção artística do selo musical paulista Comando S Discos e inicia o trabalho de resgate e arquivamento de 76 obras inéditas de Riachão. No mesmo ano coordena artisticamente a produção do CD, intitulado Mundão de Ouro, junto a Serginho Rezende e Cássio Calazans. Mundão de Ouro teve 2 (duas) indicações no Prêmio da Música Brasileira de 2013 na categoria samba, como melhor álbum, e Riachão como melhor cantor. O show de lançamento do CD, também dirigido por Vania, esteve entre os melhores do ano pela crítica de São Paulo.

2014 - É convidada para dirigir o selo Friends Music, da conceituada produtora homônima de áudio para publicidade. Foram quatro produções, o álbum do grupo de marchinhas “Os Marchistas”, o EP “Não Sei se Te Contei” da cantora e compositora Thathi, o CD “Eu Inteiro Só” do cantor e compositor Marcelo Quintanilha e o CD “Lázaro” do cantor baiano Jauperi, do qual Vania Abreu assina sozinha a produção executiva e artística, e a produção musical junto ao Maestro R. Petreca.

O CD “Lázaro” está na lista dos melhores discos da América Latina de 2015 pelo conceituado site zachary-jones.com

2017 – Lança o livro infanto juvenil “Eu e meu lugar” para coleção “Eu vim da Bahia”, da editora Caramurê Publicações que homenageia personalidades baianas. Riachão foi a personalidade escolhida por Vania Abreu para entrelaçar a história das demais personagens do livro: D. Aninha, Dora, Tintin, Jão, Toninho, Bento e Dalvinha. A coleção foi toda impressa em Vitopaper®, papel sintético produzido a partir de plásticos reciclados pós-consumo. A coleção tem patrocínio da Braskem e do Governo do Estado da Bahia, através do Programa Estadual de Incentivo à Cultura, o FAZCULTURA.

 

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